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O Código Técnico da Edificação é um instrumento normativo, através do qual se determinam as exigências básicas na matéria de qualidade da construção e que à sua vez promove a inovação e sustentabilidade.
Esta normativa contribui de forma decisiva para o desenvolvimento de acções que afectam directamente ao Plano de Acção da Estratégia de Poupança e Eficiência Energética.
O CTE supõe a actualização do quadro normativo da edificação em Espanha e ao mesmo tempo, constitui um marco normativo homologável ao vigente noutros países e adequa a normativa nacional existente com a regulamentação da União Europeia em matéria de edificação.
Um dos objectivos que estabelece o CTE é a consecução de prédios mais sustentáveis e eficientes energeticamente. A normativa, neste ponto, dispõe a obrigação de incorporar critérios de eficiência energética, para o qual estabelecem-se cinco exigências energéticas básicas no Documento Básico que o regula.
Uma destas exigências é a limitação da procura energética, onde se estabelecem os valores limite para as fachadas dos prédios (fachadas, vidros, cobertas, etc.)
De acordo com estimativas do Instituto para a Diversificação e a Poupança da Energia (IDAE), a implantação das exigências energéticas introduzidas no novo CTE irá supor para cada prédio uma poupança do 30-40% e uma redução de emissões de CO2 por consumo de energia do 40-55%.
Um eficiente isolamento térmico consegue uma redução do consumo de energia de aquecimento e/ou refrigeração, o que repercute num menor impacto no meio ambiente. O vidro proporciona de uma forma eficaz este isolamento térmico.
O uso do duplo vidro ISOLAR® reforça em grande medida o isolamento térmico, logrando que a perca de energia entre o interior e o exterior do prédio se reduza para a metade comparada com um vidro simples.
Existem vidros que contribuem para evitar o intercämbio energético. Trata-se de vidros em cuja superfície se aplica uma capa de metal de milionésimas de milímetro que lhes confere propriedades de baixa emissividade, quer dizer, propriedades que fazem com que a perca de energia se reduza até cinco vezes mais que no caso de um cristal simples. Para potenciar os benefícios dos mesmos, os vidros de baixa emissividade devem colocar-se como componentes de um duplo acristalamento.
Vitro Cristalglass dispõe de duas variantes de vidros de baixa emissividade dependendo das necessidades de isolamento, os quais ocupam diferentes posições dentro do duplo acristalamento ISOLAR NEUTRALUX® e ISOLAR NEUTRALUX®-S.
O isolamento térmico que se consegue com os vidros ISOLAR NEUTRALUX® amortiza-se por si próprio, uma vez que o seu custo se amortiza num prazo de 3 a 5 anos através da poupança de energia que se obtém na climatização (aquecimento + refrigeração) dos edifícios.
NEUTRALUX® e NEUTRALUX®-S contribuem para reduzir a contaminação atmosférica de CO2, porque supõem uma diminuição do consumo de energia para a climatização e a redução dos gases de efeito estufa que traz consigo o seu consumo.
Considerando a sustentabilidade, “o que permite o crescimento sem comprometer o futuro”, o isolamento térmico cumpre totalmente este conceito, uma vez que responde a uma necessidade social, sendo totalmente económico e contribuindo à melhoria do meio ambiente.
Os vidros isolantes ISOLAR NEUTRALUX® são produtos para a edificação com as máximas garantias de qualidade: são submetidos ao marcado CE obrigatório e além disso, contam com a marca de qualidade N da AENOR.